Ultrassonografias: diagnóstico preciso e não invasivo
A ultrassonografia, também conhecida como ecografia, é um exame de imagem amplamente utilizado na medicina para avaliar órgãos, tecidos e estruturas internas do corpo de forma rápida, segura e sem o uso de radiação.
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Com tecnologia avançada, o exame utiliza ondas sonoras para criar imagens detalhadas em tempo real, auxiliando no diagnóstico precoce e no acompanhamento de diversas condições médicas.

Quando a ultrassonografia
é indicada?
A ultrassonografia pode ser recomendada para diversas finalidades, incluindo:
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Saúde da mulher: acompanhamento da gravidez, avaliação do útero e ovários, controle de nódulos mamários.
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Saúde do homem: avaliação da próstata e testículos.
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Exames abdominais: investigação do fígado, vesícula biliar, rins, pâncreas e outros órgãos.
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Avaliação vascular: análise do fluxo sanguíneo em veias e artérias, prevenindo tromboses e outras doenças circulatórias.
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Ecografia musculoesquelética: identificação de lesões, inflamações e rupturas em músculos, tendões e articulações.
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A ecografia pode ser recomendada para diversas finalidades, incluindo:
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Saúde da mulher: acompanhamento da gravidez, avaliação do útero e ovários, controle de nódulos mamários.
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Saúde do homem: avaliação da próstata e testículos.
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Exames abdominais: investigação do fígado, vesícula biliar, rins, pâncreas e outros órgãos.
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Avaliação vascular: análise do fluxo sanguíneo em veias e artérias, prevenindo tromboses e outras doenças circulatórias.
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Ecografia musculoesquelética: identificação de lesões, inflamações e rupturas em músculos, tendões e articulações.
A ultrassonografia
dói? Como o exame é feito?
Não dói, a ultrassonografia é um exame indolor e não invasivo.
Durante o procedimento, um gel especial é aplicado na pele sobre a região a ser examinada, facilitando a transmissão das ondas sonoras. Em seguida, o médico ou técnico em ultrassonografia desliza um transdutor (aparelho semelhante a uma sonda) sobre a pele, captando imagens em tempo real no monitor.
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O exame dura entre 15 e 30 minutos, dependendo da área a ser analisada, e o paciente pode retornar imediatamente às suas atividades normais após a realização.
Saiba mais sobre cada ultrassonografia:
Ultrassonografias de saúde da mulher
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Ultrassonografia das mamas e axilas, com ou sem doppler
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A ultrassonografia das mamas e axilas, com ou sem Doppler, é um exame de imagem utilizado para avaliar as estruturas da mama e dos linfonodos axilares. O ultrassom tradicional usa ondas sonoras para criar imagens, enquanto o Doppler permite visualizar o fluxo sanguíneo, sendo particularmente útil para avaliar a possibilidade de alterações, como metástases, em linfonodos.
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Como funciona: O exame é realizado com um transdutor (sonda) que envia ondas sonoras de alta frequência para as mamas. As ondas são refletidas pelas estruturas internas e as imagens são exibidas em um monitor
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Indicações:
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Avaliação de nódulos, cistos e outras alterações palpáveis nas mamas.
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Complemento à mamografia, especialmente em mamas densas ou em casos de lesões inconclusivas na mamografia.
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Rastreamento de câncer de mama em mulheres jovens, grávidas ou no pós-parto.
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Avaliação de traumas e secreções nos mamilos.
Preparação para o exame: Vide em preparos.
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Ultrassonografia "Second Look":
A ultrassonografia "second look" (ou ultrassonografia direcionada) é um exame complementar à ressonância magnética (RM) da mama, utilizado para avaliar melhor lesões suspeitas detectadas na RM, mas que não foram claramente visualizadas no ultrassom inicial. O objetivo é confirmar a presença, localização e características das lesões, facilitando a decisão por biópsia ou acompanhamento clínico.
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Em que situações é indicada?
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Quando a RM da mama revela achados suspeitos que necessitem de investigação mais aprofundada, mas que não são bem visualizados no ultrassom inicial.
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Para confirmar a necessidade de biópsia em lesões suspeitas.
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Para guiar a biópsia, permitindo que ela seja realizada de forma mais precisa e acessível (por ultrassonografia, em vez de biópsia cirúrgica).
Como funciona:
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O radiologista especialista em radiologia mamária realiza o ultrassom, utilizando os dados da RM para identificar a localização da lesão.
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O ultrassom é realizado com a paciente em decúbito dorsal, com as mãos atrás da cabeça.
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O radiologista avalia a lesão, verificando seu tamanho, forma, bordas, e outros detalhes, que são cruciais para determinar se a lesão é benigna ou maligna.
Benefícios:
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Melhora a precisão do diagnóstico.
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Reduz a necessidade de biópsias cirúrgicas, que são mais invasivas e custam mais.
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Permite um acompanhamento mais eficaz das lesões suspeitas.
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Contribui para um diagnóstico mais rápido e seguro.
Preparação para o exame: Vide em preparos de ultrassonografia de mamas e axilas.
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Ultrassonografia transvaginal com ou sem doppler
A ultrassonografia transvaginal é um exame de imagem que utiliza ondas sonoras para visualizar os órgãos reprodutores femininos. A ultrassonografia transvaginal com Doppler adicional permite avaliar também o fluxo sanguíneo na região, sendo útil para diagnóstico e acompanhamento de diversas condições.
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Objetivo: Visualizar a anatomia e possíveis alterações nos órgãos pélvicos femininos, como útero, ovários e trompas de Falópio.
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Como é feito: Uma sonda, revestida por um preservativo e gel, é inserida na vagina para captar imagens.
Indicações:
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Avaliação da anatomia dos órgãos da pelve feminina
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Avaliação de endometriose
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Avaliação de lesões benignas ou malignas, como cistos e miomas
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Diagnóstico e acompanhamento de gravidez.
Preparação para o exame: vide em preparos.
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Ultrassonografia transvaginal ampliada
A ultrassonografia transvaginal AMPLIADA é frequentemente utilizada para diagnosticar uma variedade de condições ginecológicas com um pouco mais de cuidado quando comparado a ultrassonografia transvaginal comum.
O foco maior é a avaliação de endometriose, mas também podem ser analisados:
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- Cistos e miomas uterinos: Identificar e avaliar o tamanho e a localização de lesões benignas no útero.
- Endometriose: Detectar a presença de tecido endometrial fora do útero.
- Gravidez ectópica: Identificar gravidez que se desenvolve fora do útero.
- Infecções: Detectar infecções ou inflamações nos órgãos pélvicos.
- Câncer: Auxiliar no diagnóstico precoce de algumas formas de câncer ginecológico.
Preparação para o exame: vide em preparos.
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Ultrassonografia transvaginal para contagem de folículos e controle de ovulação
A ultrassonografia transvaginal para contagem de folículos e controle de ovulação é um exame de imagem que utiliza ondas sonoras para visualizar o útero e ovários, permitindo o acompanhamento do desenvolvimento dos folículos ovarianos e a identificação do momento da ovulação. Este exame é frequentemente utilizado em tratamentos de fertilidade, pois ajuda a determinar o momento ideal para a fecundação e a avaliar a resposta ovariana à estimulação hormonal.
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Indicações:
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Contagem de Folículos: a ultrassonografia transvaginal permite contar os folículos ovarianos, que são as estruturas que contêm os óvulos em desenvolvimento.
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Controle da Ovulação: o exame acompanha o crescimento dos folículos e o momento da ruptura, indicando a ovulação.
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Ajuste do Tratamento: a contagem de folículos e o acompanhamento do crescimento folicular ajudam a ajustar a dose e a duração da estimulação ovariana em tratamentos de fertilização in vitro (FIV).
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Avaliação da Fertilidade: a contagem de folículos antrais (CFA) pode ser utilizada para avaliar a reserva ovariana, indicando a capacidade da mulher para conceber.
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Diagnóstico de Problemas: o exame pode ajudar a identificar problemas como ovários policísticos, endometriose e outros problemas que afetam a fertilidade.
Como funciona:
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A paciente é posicionada em posição ginecológica e uma sonda de ultrassom é suavemente inserida na vagina.
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A sonda emite ondas sonoras que refletem nos órgãos pélvicos, criando imagens que são visualizadas em um monitor.
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A contagem de folículos é feita com base nas imagens obtidas durante o exame.
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O exame pode ser realizado em diferentes momentos do ciclo menstrual, dependendo do objetivo.
Por que é importante:
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Aumento das chances de gravidez: a ultrassonografia transvaginal para controle de ovulação ajuda a identificar o momento ideal para a fecundação, aumentando as chances de gravidez em casais que estão tentando conceber.
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Ajuste do tratamento de fertilidade: o exame ajuda a ajustar a dose e a duração da estimulação ovariana em tratamentos de fertilização in vitro (FIV), melhorando os resultados do tratamento.
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Preparação para o exame: vide em preparos.
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Ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal para mapeamento de endometriose
A ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal é um exame utilizado para detectar e mapear a endometriose, uma condição em que tecido endometrial se desenvolve fora do útero. O preparo intestinal ajuda a visualizar melhor o intestino, facilitando a identificação de lesões endometrióticas, especialmente as profundas ou infiltradas.
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Como funciona o preparo intestinal:
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O preparo intestinal geralmente envolve uma dieta leve e sem resíduos, seguida da ingestão de laxantes e, em alguns casos, de um enema. O objetivo é esvaziar o intestino para que as estruturas pélvicas e a parede intestinal sejam visualizadas com maior clareza durante o ultrassom.
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Benefícios do exame com preparo intestinal:
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Melhora da visualização: a limpeza do intestino permite uma melhor visualização do útero, ovários, trompas, ligamentos uterossacros e outras estruturas pélvicas, facilitando a detecção e mapeamento da endometriose.
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Identificação de lesões profundas: o exame com preparo é mais sensível para identificar lesões endometrióticas profundas, que podem estar localizadas no intestino, por exemplo.
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Avaliação de aderências: o preparo intestinal pode ajudar a identificar aderências entre os órgãos pélvicos, que podem ser causadas pela endometriose.
Importância do exame para mapeamento da endometriose:
O ultrassom transvaginal com preparo intestinal é considerado o exame de imagem de escolha para o diagnóstico e estadiamento da endometriose, pois possui uma alta capacidade diagnóstica. Ele é fundamental para o planejamento do tratamento da doença, seja clínico ou cirúrgico, e para o acompanhamento da evolução da endometriose.
Observações:
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O exame pode ser realizado em qualquer fase do ciclo menstrual, mas é preferível que seja feito fora do período menstrual, para evitar desconforto para a paciente.
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Mulheres virgens não podem realizar o ultrassom transvaginal com preparo intestinal, pois o exame envolve a inserção de um transdutor na vagina.
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É importante seguir as orientações do seu médico e da clínica onde você fará o exame em relação ao preparo intestinal, incluindo a dieta e os medicamentos.
Preparação para o exame: vide em preparos.
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Ultrassonografias abdominais
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Ultrassonografia do abdômen total:
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A ultrassonografia de abdome total (também conhecida como ultrassom de abdome total ou ultrassonografia abdominal total) é um exame de imagem que utiliza ondas de som para criar imagens detalhadas dos órgãos e estruturas no abdome. Ele permite a avaliação de órgãos como fígado, vesícula biliar, pâncreas, baço, rins, bexiga, e até mesmo vasos sanguíneos como a veia cava inferior e a aorta.
Em resumo:
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O que é: exame de imagem que utiliza ondas de som para visualizar o abdome.
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O que avalia: órgãos como fígado, vesícula, pâncreas, baço, rins, bexiga, e vasos sanguíneos.
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Como é feito: utiliza um transdutor que emite ondas de som e recebe os ecos que refletem dos órgãos, formando uma imagem.
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Indicações: suspeita de doenças ou problemas nos órgãos abdominais, avaliação de lesões, tumores, cálculos, etc.
Preparação para o exame: vide em preparos.
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Ultrassonografia do abdômen superior:
A ultrassonografia do abdome superior (também conhecida como ultrassom abdominal superior) é um exame de imagem que utiliza ondas sonoras para visualizar órgãos e estruturas na parte superior do abdome, como o fígado, vesícula biliar, pâncreas e baço. O objetivo é detectar alterações ou doenças nesses órgãos, como inflamações, cistos, tumores ou alterações de tamanho e forma.
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Para que serve?
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Identificar problemas no fígado: A ultrassonografia pode detectar esteatose hepática (gordura no fígado), cirrose, e outras alterações.
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Avaliar a vesícula biliar: Permite identificar cálculos (pedras) ou outras alterações.
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Diagnosticar problemas no pâncreas: Pode detectar pancreatite e outros problemas.
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Observar o baço: Permite avaliar tamanho, forma e possíveis alterações.
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Visualizar a veia cava inferior e a artéria aorta: Permite identificar aneurismas e outras alterações.
Como é feito?
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O exame é realizado com o paciente em decúbito dorsal (deitado de barriga para cima). O médico utiliza um aparelho de ultrassom com um transdutor que é deslizado na região do abdome superior. É necessário um gel para facilitar a condução das ondas sonoras.
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Preparação para o exame: vide em preparos.
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Ultrassonografia do aparelho urinário:
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A ultrassonografia do aparelho urinário é um exame de imagem não invasivo que utiliza ondas sonoras de alta frequência para visualizar as estruturas do sistema urinário, como rins, ureteres e bexiga. Permite identificar diversas condições, como infecções, cálculos, tumores e anomalias.
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Em resumo:
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O que é: Exame de imagem não invasivo que usa ultrassom para visualizar o aparelho urinário.
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O que avalia: Rins, ureteres, bexiga e, nos homens, a próstata.
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Para que serve: Diagnóstico de doenças, infecções, cálculos e anomalias no sistema urinário.
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Como é feito: O paciente deita e uma sonda é movida na região abdominal, onde é aplicado um gel para facilitar a passagem do som.
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Preparação para o exame: vide em preparos.
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Ultrassonografia do pélvica feminina (via abdominal):
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A ultrassonografia pélvica feminina é um exame de imagem não invasivo que usa ondas sonoras para visualizar os órgãos na região pélvica, como útero, ovários e trompas de Falópio. Este exame ajuda a identificar diversas condições ginecológicas, como cistos ovarianos, miomas, endometriose e problemas de fertilidade.
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Para que serve a ultrassonografia pélvica feminina?
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Diagnóstico de condições ginecológicas: Cistos ovarianos, miomas uterinos, endometriose, adenomiose, problemas de fertilidade e anormalidades estruturais.
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Acompanhamento de gestação: Verificação do desenvolvimento fetal e da placenta, diagnóstico de gravidez ectópica e outras complicações.
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Avaliação de infertilidade: Identificação de causas como endometriose, problemas ovarianos ou anomalias uterinas.
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Acompanhamento de tratamentos de reprodução assistida: Monitoramento do desenvolvimento folicular.
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Avaliação de dor pélvica: Investigação de possíveis causas de dor na região pélvica.
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Diagnóstico de tumores: Identificação de tumores benignos ou malignos nos órgãos pélvicos.
Quando é indicada a ultrassonografia pélvica feminina?
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Dor pélvica: Para investigar a causa da dor.
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Irregularidades menstruais: Avaliação de possíveis causas, como endometriose ou miomas.
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Infertilidade: Para identificar causas como endometriose, problemas ovarianos ou anomalias uterinas.
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Sangramento uterino anormal: Avaliação de possíveis causas, como miomas ou pólipos.
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Suspeita de gravidez: Para confirmar a gravidez e avaliar o desenvolvimento fetal.
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Rotina ginecológica: Como parte da avaliação ginecológica de rotina.
Como é feito o exame?
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A ultrassonografia pélvica pode ser realizada por via abdominal ou transvaginal.
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Via abdominal: o transdutor é posicionado sobre a pele do abdômen, e o examinador utiliza a sonda para gerar imagens dos órgãos pélvicos.
Preparação para o exame: Via abdominal: vide em preparos. É importante manter a bexiga cheia durante o exame para melhorar a visualização dos órgãos. Para isso, é recomendável beber bastante líquido antes do exame e não urinar até o procedimento.
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Ultrassonografia pélvica masculina (próstata):
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A ultrassonografia pélvica masculina (próstata) é um exame de imagem que utiliza ondas sonoras para visualizar a próstata, bexiga e vesículas seminais, permitindo avaliar seu tamanho, estrutura e funcionamento. É um procedimento não invasivo e indolor que pode auxiliar no diagnóstico de diversas condições urológicas.
Para que serve a ultrassonografia pélvica masculina (próstata)?
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Avaliação da próstata: permite avaliar o tamanho da próstata, identificar possíveis alterações como hiperplasia benigna ou suspeitas de câncer.
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Investigação de sintomas: ajuda a investigar causas de dificuldades para urinar, dor ou outras queixas urológicas.
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Avaliação da bexiga e vesículas seminais: permite avaliar o estado destas estruturas e identificar possíveis alterações, como infecções ou obstruções.
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Monitoramento de doenças: pode ser usada para acompanhar o tratamento de doenças da próstata, como hiperplasia benigna.
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Planejamento de procedimentos: pode ser utilizada para auxiliar no planejamento de cirurgias ou outros procedimentos urológicos.
Como é feito o exame?
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A ultrassonografia pélvica masculina pode ser realizada por via abdominal ou transretal. Na via abdominal, a sonda de ultrassom é posicionada no abdômen inferior, sobre a bexiga e a próstata. Na via transretal, a sonda é inserida no reto para obter imagens mais detalhadas da próstata.
Preparação para o exame:
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Via abdominal: vide em preparos. É importante que a bexiga esteja cheia durante o exame, para facilitar a visualização da próstata. Para isso, é recomendado beber bastante líquido antes do exame e não urinar nas horas anteriores.
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Via transretal: pode ser necessário um preparo específico, como laxantes ou enemas, para limpar o intestino e garantir uma boa visualização da próstata. ​​
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Ultrassonografia da parede abdominal
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A ultrassonografia da parede abdominal é um exame de imagem não invasivo que utiliza ondas de som para avaliar a parede abdominal, incluindo músculos, gordura, vasos sanguíneos e outras estruturas. É usada para identificar diástase, hérnias, tumores, inflamações e outras condições.
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Para que serve a ultrassonografia da parede abdominal?
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Diagnóstico de hérnias: a ultrassonografia é um método eficaz para identificar e avaliar a presença e o tamanho de hérnias abdominais e inguinais.
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Investigação de tumores: o exame pode ser usado para identificar e avaliar tumores na parede abdominal, como lipomas, fibromas e outros tumores de tecido mole.
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Avaliação de inflamações e infecções: a ultrassonografia pode ajudar a identificar inflamações, infecções e coleções de pus na parede abdominal.
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Acompanhamento pós-operatório: o exame pode ser usado para avaliar a cicatrização e identificar complicações pós-operatórias, como hematomas e abcessos.
Preparação para o exame: vide em preparos.
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Outras ultrassonografias:
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Ultrassonografia da região inguinal (virilha):
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A ultrassonografia da região inguinal é um exame de imagem que utiliza ondas sonoras para analisar a área da virilha, ajudando a identificar e avaliar possíveis alterações, como hérnias, nódulos (como lipomas ou linfonodos) ou inflamações. É um exame não invasivo, seguro e que fornece imagens em tempo real, permitindo uma avaliação precisa da região.
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Finalidades:
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- Diagnosticar hérnias inguinais e femorais.
- Avaliar nódulos na região inguinal, como lipomas, linfonodos ou abscessos.
- Identificar inflamações ou outras alterações na região.
Como é feito:
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- O exame é realizado com o paciente deitado de costas, com a região inguinal exposta.
- O profissional de saúde utiliza um transdutor linear de alta frequência, que envia ondas sonoras para a região a ser avaliada.
- As ondas sonoras são refletidas pelos tecidos e órgãos, formando imagens que são exibidas em um monitor.
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Benefícios:
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- É um exame não invasivo e seguro, sem radiação.
- Fornece imagens em tempo real, o que permite ao profissional de saúde avaliar a região de forma dinâmica.
- É uma ferramenta importante para o diagnóstico de hérnias e outras condições na região inguinal.
Preparação: vide em preparos. Geralmente, não requer preparo específico, como jejum ou limpeza da região.
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Ultrassonografia cervical (pescoço):
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A ultrassonografia cervical, ou ultrassom do pescoço, é um exame de imagem que utiliza ondas sonoras de alta frequência para visualizar as estruturas do pescoço, como a tireoide, glândulas salivares, linfonodos e vasos sanguíneos. É um método não invasivo, indolor e que não utiliza radiação, sendo útil para diagnosticar e monitorar alterações nessa região.
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Para que serve?
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A ultrassonografia cervical é usada para:
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Identificar e avaliar nódulos ou mesmo doenças na tireoide.
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Avaliar linfonodos (gânglios) e glândulas salivares.
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Detectar inflamações ou outras alterações nas estruturas do pescoço.
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Guiar procedimentos como punção aspirativa com agulha fina (PAAF).
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Monitorar o crescimento de nódulos ou massas cervicais.
Como é feito?
O exame é realizado por um profissional de saúde qualificado, utilizando um aparelho de ultrassom. O paciente é posicionado de forma confortável e um gel é aplicado no pescoço para facilitar a passagem das ondas sonoras. O profissional move o transdutor do aparelho sobre o pescoço, criando imagens em tempo real das estruturas.
Indicações:
A ultrassonografia cervical é recomendada para pessoas que apresentam:
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Inchaço ou "caroços" no pescoço.
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Dores ou desconfortos na região do pescoço.
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Mudanças no tamanho ou forma da tireoide.
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Nódulos ou massas na tireoide ou no pescoço.
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Suspeita de inflamações ou outras alterações nas estruturas cervicais.
Vantagens:
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Não invasivo e indolor.
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Não utiliza radiação ionizante.
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Fornece imagens em tempo real
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Relativamente rápido de realizar
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Seguro para todas as idades.
Preparação para o exame: vide em preparos.
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Ultrassonografia de partes moles:
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A ultrassonografia de partes moles (também conhecida como ecografia de partes moles) é um exame de imagem que utiliza ondas sonoras para avaliar estruturas superficiais do corpo, como músculos, tendões, ligamentos, gordura subcutânea e pele. Este exame é útil para diagnosticar diversas condições, como bursites, artrites, tendinites, nódulos, lipomas, abscessos e outras alterações nos tecidos moles.
Principais aplicações:
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Diagnóstico de bursites, artrites e tendinites.
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Avaliação de nódulos, abscessos e dor localizada.
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Identificação de lesões em músculos, tendões e ligamentos.
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Avaliação de alterações na gordura subcutânea e na pele.
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Auxílio na avaliação de tumores e outras alterações em tecidos moles.
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Vantagens:
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Exame indolor e não invasivo.
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Não utiliza radiação, sendo seguro para pacientes de todas as idades.
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Permite uma avaliação detalhada e em tempo real das estruturas internas.
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Facilidade de realização e interpretação.
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Relativamente acessível e disponível em diversas clínicas e hospitais.
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Contraindicações:
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Não é indicado para avaliação óssea.
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Não é adequado para avaliação de estruturas profundas do corpo, como órgãos internos.
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Preparação para o exame: vide em preparos.
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Ultrassonografia da tireoide (com ou sem Doppler):
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A ultrassonografia da tireoide, com ou sem Doppler, é um exame de imagem que utiliza ondas sonoras para avaliar a tireoide, identificando nódulos, cistos ou outras alterações. O exame com Doppler permite analisar o fluxo sanguíneo nos vasos que irrigam a glândula, complementando a avaliação morfológica (forma, tamanho, textura).
Como é feito?
O profissional utiliza um transdutor que emite ondas sonoras e as reflete nos tecidos, formando imagens bidimensionais.
Indicações:
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Avaliação do volume e textura da tireoide
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Avaliar a presença de doença difusa da tireoide (hipertireoidismo ou hipotireoidismo)
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Identificação de nódulos, cistos ou outras alterações
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Avaliar a vascularização de nódulos com auxílio do Doppler
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Determinar a classificação TI-RADS para auxiliar na conduta clínica.
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Preparação para o exame: vide em preparos.
Ultrassonografias obstétricas:
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Exame morfológico de 1º trimestre:
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A ultrassonografia morfológica do primeiro trimestre é um exame fundamental na avaliação inicial da gestação, realizado com maior detalhamento do que a ultrassonografia obstétrica convencional.
Deve ser realizada entre 11 semanas e 13 semanas e 6 dias, preferencialmente em torno de 12 semanas, período ideal para avaliação adequada das estruturas fetais e realização dos cálculos de risco.
O exame é feito por via transvaginal e transabdominal, podendo incluir a via transocular, quando necessário.
O principal objetivo é o rastreamento precoce de alterações fetais e maternas, permitindo intervenções oportunas ainda no início da gestação.
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O que é avaliado:​​
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Rastreamento de doenças genéticas fetais: Avaliação de risco para as principais trissomias (Trissomia 21, 18 e 13), por meio da medida da translucência nucal e outros marcadores ultrassonográficos.
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Rastreamento de pré-eclâmpsia: Avaliação combinada que inclui dados maternos, medida da pressão arterial, peso materno e, quando disponível, exames laboratoriais específicos (bioquímica materna).
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Cálculo de risco individualizado: Integração de fatores maternos, achados ultrassonográficos e, se realizado, marcadores bioquímicos para estimativa de risco personalizada através de calculadoras de risco validadas.
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Avaliação inicial da anatomia fetal: Análise das principais estruturas fetais compatíveis com a idade gestacional
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Importância Clínica:
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O reconhecimento de fetos com alto risco para doenças genéticas ou fetos com alterações anatômicas já evidentes permite o adequado planejamento e seguimento gestacional, com acolhimento à família, assegurando o cuidado integral do binômio.
Além disso, a identificação de pacientes com alto risco para pré-eclâmpsia permite a introdução precoce de medicação preventiva, capaz de reduzir cerca de 90% dos casos de pré-eclâmpsia antes de 32 semanas e aproximadamente 60% dos casos antes de 37 semanas (Fonte: Estudo ASPRE – Rolnik DL et al., NEJM, 2017).
Informações adicionais:
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Duração do exame: em torno de 60 minutos
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Liberação do laudo: em média 20 minutos após o exame.​
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Preparo:
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Não é necessário preparo específico
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Em USG que tem avaliação transvaginal, será orientado esvaziar bexiga antes.
Trazer:
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Cartão de pré-natal
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Exames laboratoriais já realizados
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Ultrassonografias anteriores
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Ultrassonografia obstétrica com doppler:
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A ultrassonografia obstétrica com Doppler é um exame que permite avaliar não apenas o desenvolvimento do feto, mas também a circulação sanguínea entre mãe, placenta e bebê.
É realizado por via transabdominal e pode ser feito a partir do segundo trimestre de gestação, conforme solicitação do obstetra assistente.
Trata-se de um exame essencial no acompanhamento da gestação, especialmente para avaliação do bem-estar fetal e identificação precoce de possíveis alterações no crescimento ou na oxigenação do bebê
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O que é avaliado?
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Crescimento fetal (biometria): Medidas detalhadas do bebê, como cabeça, abdome e fêmur, que permitem estimar o peso fetal e acompanhar seu desenvolvimento ao longo da gestação.
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Peso fetal estimado: Cálculo baseado nas medidas biométricas, fundamental para identificar restrição de crescimento ou macrossomia.
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Posição fetal: Avaliação da apresentação do bebê (cefálica, pélvica ou transversa), especialmente importante no final da gestação.
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Localização da placenta: Verificação da posição placentária, com implicações no seguimento da gestação e via de parto.
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Volume de líquido amniótico: Avaliação da quantidade de líquido ao redor do bebê, importante marcador de bem-estar fetal.
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Estudo Doppler (fluxos sanguíneos): Análise da circulação em vasos maternos e fetais (como artérias uterinas, umbilicais e cerebral média), permitindo avaliar a oxigenação fetal e o funcionamento da placenta.
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Avaliação geral da anatomia fetal: Em todos os exames é realizada uma análise global das estruturas fetais visíveis ao exame, com o objetivo de identificar possíveis alterações, mesmo quando o exame não tem como foco principal a avaliação morfológica detalhada.
Importância Clínica
A USG Obstétrica com Doppler é fundamental para detectar precocemente alterações no crescimento fetal, alterações de líquido amniótico d na circulação fetal e placentária, auxiliando na condução de gestações de risco e na tomada de decisões sobre o melhor momento para o parto.
Informações adicionais:
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Duração do exame: em torno de 30 a 40 minutos
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Liberação do laudo: em média 20 minutos após o exame.
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​Preparo:
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-
Não é necessário preparo específico
-
Em USG que tem avaliação transvaginal, será orientado esvaziar bexiga antes.
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Trazer:
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Cartão de pré-natal
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Exames laboratoriais já realizados
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Ultrassonografias anteriores
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Exame morfológico de 2º trimestre:
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A ultrassonografia morfológica do segundo trimestre é o exame mais detalhado da gestação para avaliação da anatomia fetal, sendo fundamental para o diagnóstico de possíveis malformações.
É realizada por via transabdominal, com complementação transvaginal, principalmente para avaliação do colo uterino.
O exame é geralmente realizado entre 20 e 24 semanas de gestação, preferencialmente em torno de 22 semanas, período ideal para análise detalhada das estruturas fetais.
O que é avaliado:
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Avaliação completa da morfologia fetal: Estudo detalhado da formação dos órgãos e estruturas do bebê.
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Segmentos avaliados:
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Cabeça e sistema nervoso central
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Face
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Pescoço
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Tórax
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Coração fetal (avaliação estrutural básica e fluxos principais)
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Abdome
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Coluna vertebral
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Membros superiores e inferiores
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Rastreamento de parto prematuro: Medida do comprimento do colo uterino por via transvaginal, permitindo identificar pacientes com maior risco de prematuridade.
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Avaliação da placenta e líquido amniótico: Verificação da localização placentária, da quantidade de líquido e da inserção do cordão umbilical.
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Avaliação do crescimento fetal: Medidas biométricas para acompanhamento do desenvolvimento do bebê.
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Avaliação geral da anatomia fetal: Assim como nos demais exames, é realizada uma análise global das estruturas fetais visíveis.
Importância clínica:
A ultrassonografia morfológica do segundo trimestre é capaz de detectar aproximadamente 60 a 80% das malformações fetais maiores, variando conforme o tipo de alteração, condições maternas e qualidade do exame. (Fonte: ISUOG – International Society of Ultrasound in Obstetrics and Gynecology)
Além disso, a avaliação do colo uterino permite identificar risco aumentado de parto prematuro, possibilitando intervenções precoces que melhoram o prognóstico neonatal.
Informações adicionais:
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Duração do exame: em torno de 40 a 60 minutos
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Liberação do laudo: em média 20 minutos após o exame
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Preparo:
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Não é necessário preparo específico
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Em USG que tem avaliação transvaginal, será orientado esvaziar bexiga antes.
Trazer:
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Cartão de pré-natal
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Exames laboratoriais já realizados
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Ultrassonografias anteriores
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Ultrassonografia obstétrica:
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A ultrassonografia obstétrica é um exame utilizado para acompanhar o desenvolvimento do bebê ao longo da gestação, sendo um dos principais métodos de avaliação pré-natal.
É realizada por via transabdominal e pode ser feita em diferentes momentos da gestação, conforme a necessidade clínica e a orientação do obstetra assistente.
Antes das 20 semanas, geralmente é realizada sem o uso do Doppler, focando principalmente na avaliação do desenvolvimento fetal e das estruturas do bebê. Em alguns casos este exame também utilizado para a identificação do sexo do bebê.
O que é avaliado:
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Crescimento fetal (biometria): Medidas como cabeça, abdome e fêmur, que permitem acompanhar o desenvolvimento do bebê ao longo da gestação.
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Volume de líquido amniótico: Avaliação da quantidade de líquido ao redor do bebê, como marcador de bem-estar fetal e funcionamento dos rins do bebê.
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Avaliação geral da anatomia fetal: Análise global das estruturas fetais visíveis no momento do exame, podendo identificar alterações mesmo quando não se trata de um exame morfológico detalhado.
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Determinação do sexo fetal: A genitália externa do bebê pode ser identificada durante o exame, especialmente a partir de 16 semanas de gestação, quando há melhor visualização da genitália. No entanto, a identificação depende da posição do bebê e pode não ser possível em todos os casos.
Importância clínica:
A USG obstétrica permite o acompanhamento seriado do crescimento e desenvolvimento fetal, auxiliando na identificação precoce de possíveis alterações e contribuindo para uma condução mais segura da gestação.
Informações adicionais:
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Duração do exame: em torno de 30 minutos
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Liberação do laudo: em média 20 minutos após o exame
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Preparo:
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Não é necessário preparo específico
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Em USG que tem avaliação transvaginal, será orientado esvaziar bexiga antes.
Trazer:
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Cartão de pré-natal
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Exames laboratoriais já realizados
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Ultrassonografias anteriores
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Ultrassonografia transvaginal para avaliação do colo uterino:
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A ultrassonografia transvaginal para avaliação do colo uterino é um exame realizado por via transvaginal, que permite a análise precisa do comprimento e das características do colo durante a gestação.
O exame pode ser realizado em diferentes momentos da gestação, sendo mais frequentemente indicado no segundo trimestre ou conforme orientação do obstetra assistente.
O que é avaliado:
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Comprimento do colo uterino: Medida do colo em milímetros, principal parâmetro para avaliação do risco de parto prematuro.
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Relação da placenta com o colo uterino: Avaliação da posição da placenta, especialmente da borda placentária em relação ao orifício interno do colo, fundamental nos casos de suspeita de placenta prévia ou baixa inserção.
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Doppler em busca de vasa prévia: Avaliação com Doppler para identificar vasos fetais que cruzam ou estão próximos ao orifício interno do colo uterino, sem proteção do cordão ou da placenta.
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Acompanhamento seriado: Em alguns casos, especialmente em pacientes com maior risco de parto prematuro, a medida do colo uterino deve ser realizada de forma seriada ao longo da gestação, permitindo monitoramento mais preciso e intervenção oportuna.
Importância clínica:
A avaliação do colo uterino por via transvaginal é essencial para identificar precocemente pacientes com risco aumentado de parto prematuro, possibilitando intervenções quando indicadas. Além disso, permite avaliação mais precisa da relação da placenta com o colo uterino, assim como a presença de vasos desnudos acima do orifício interno cervical, auxiliando na condução da gestação e no planejamento da via de parto.
Informações adicionais:
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Duração do exame: em torno de 20 minutos
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Liberação do laudo: em média 20 minutos após o exame
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Preparo:
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Não é necessário preparo específico
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Em USG que tem avaliação transvaginal, será orientado esvaziar bexiga antes.
Trazer:
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Cartão de pré-natal
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Exames laboratoriais já realizados
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Ultrassonografias anteriores
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Ultrassonografia transvaginal de gestação inicial:
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A ultrassonografia de gestação inicial é o primeiro exame realizado pela família quando descobrem a gravidez!
É indicada para confirmação da gestação, avaliação da sua localização e acompanhamento do desenvolvimento embrionário inicial, além de permitir a análise das estruturas ginecológicas maternas. Este exame é realizado preferencialmente por via transvaginal, podendo ser complementada pela via abdominal quando necessário.
O exame é idealmente realizado em torno de 8 semanas de gestação, período em que, na maioria dos casos, já é possível visualizar adequadamente as principais estruturas embrionárias.
O que é avaliado:
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Localização da gestação: Confirmação de gestação tópica intrauterina e exclusão de gestação ectópica.
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Saco gestacional: Avaliação da presença, localização e características do saco gestacional.
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Embrião e vitalidade: Identificação do embrião e avaliação dos batimentos cardíacos fetais.
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Vesícula vitelínica: Estrutura importante no início da gestação, cuja presença e aspecto são avaliados.
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Idade gestacional: Estimativa da idade gestacional por meio da medida do comprimento cabeça-nádega (CCN), método mais preciso no primeiro trimestre.
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Pesquisa de descolamentos ovulares: Identificação de coleções compatíveis com descolamento, que podem estar associadas a sangramento no início da gestação.
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Avaliação do útero e ovários: Análise das estruturas maternas, incluindo miométrio, cavidade uterina, ovários e presença de possíveis alterações, como cistos ou miomas.
Importância clínica:
A USG de gestação inicial permite confirmar a viabilidade da gestação, datar com precisão a idade gestacional e identificar precocemente possíveis intercorrências, contribuindo para uma condução mais segura do pré-natal.
Informações adicionais:
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Duração do exame: em torno de 30 minutos
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Liberação do laudo: em média 20 minutos após o exame
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Preparo:
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Não é necessário preparo específico
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Em USG que tem avaliação transvaginal, será orientado esvaziar bexiga antes
Trazer:
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Cartão de pré-natal
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Exames laboratoriais já realizados
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Ultrassonografias anteriores
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Ultrassonografia de gestação gemelar:
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A ultrassonografia na gestação gemelar é um exame essencial e mais complexo, que exige avaliação detalhada de dois (ou mais) bebês ao longo de toda a gestação. Todas as
ultrassonografias previamente descritas devem ser realizadas também nas gestações gemelares, com ainda mais atenção e, muitas vezes, com maior frequência.
É realizada por via transabdominal, podendo ser complementada por via transvaginal, especialmente no início da gestação ou para avaliação do colo uterino.
Um dos pontos mais importantes desse exame é a definição precoce do tipo de gestação gemelar, com avaliação do número de placentas e de bolsas (corionicidade e amnionicidade, ou seja, quantidade de placentas e bolsas), pois essa classificação determina o seguimento da gestação e os riscos envolvidos.
O que é avaliado:
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Número de fetos: Confirmação da gestação gemelar e identificação de cada feto.
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Corialidade e amnionicidade: Definição do número de placentas e bolsas, fundamental para classificar a gestação, o que impacta diretamente no acompanhamento.
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Crescimento fetal: Avaliação individual do desenvolvimento de cada bebê, com medidas biométricas e estimativa de peso, permitindo comparar o crescimento entre eles.
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Avaliação da formação fetal: Análise das estruturas anatômicas de ambos os fetos, seguindo os mesmos princípios dos exames morfológicos.
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Posição fetal: Avaliação da posição de cada bebê dentro do útero, especialmente importante para o acompanhamento de cada feto e, ao no final da gestação, para planejamento do parto.
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Placenta(s): Avaliação da localização, aspecto e possível compartilhamento da placenta entre os fetos.
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Volume de líquido amniótico: Análise do líquido de cada bolsa, principalmente nas gestações em que os bebês compartilham a mesma placenta.
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Estudo Doppler: Avaliação periódica da circulação fetal e placentária, especialmente nas gestações monocoriônicas, conforme a indicação médica, para rastrear possíveis complicações.
Importante saber:
A gestação gemelar exige um acompanhamento mais próximo, pois apresenta maior risco de intercorrências quando comparada à gestação única. Por isso, as ultrassonografias costumam ser realizadas com maior frequência e com avaliação mais detalhada. O exame pode demandar mais tempo devido à necessidade de avaliar cuidadosamente cada bebê e comparar suas evoluções ao longo da gestação.
Informações adicionais:
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Duração do exame: em torno de 60 a 120 minutos (podendo variar conforme a complexidade)
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Liberação do laudo: em média 30 minutos após o exame
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Preparo:
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Não é necessário preparo específico
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Em USG que tem avaliação transvaginal, será orientado esvaziar bexiga antes.
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Trazer:
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Cartão de pré-natal
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Exames laboratoriais já realizados
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Ultrassonografias anteriores
Baixe o seu preparo:

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